O peso da vida

Terça-feira, 24 de Junho de 2008

Cacos Espelhados/Espalhados


Já é noite e as luzes estão apagadas,
Parece que já ninguém vive aqui,
Nesta "cidade" resguardada no centro.

A luz que emano
Não é do meu corpo humano,
Um projector por trás
De um espelho retorcido
Espelhando-me/Espalhando-me renascido
Nos cacos espelhados/espalhados de um vidro partido.

Cuidado menino
Com teus pés no chão,
Sei que és crescido,
Agarra a minha mão.

23/05/2008

1 grama(s):

Thunder disse...

Gostei da dicotomia usada entre o menino de outrora e o homem de hoje! Parece-me que houve uma visita a um local de infância que agora está degradado.Houve uma recordação, ou quase que um regresso ao passado!